Alcinopolis. Segunda-feira, 19 de Novembro de 2018. Boa Noite!

Campo Grande

Com 20 óbitos em 6 meses, gripe já matou três vezes mais que em 2017

Vírus da influenza A tipo H3N2 continua sendo o que mais contamina e mata

Com 20 óbitos em 6 meses, gripe já matou três vezes mais que em 2017

Com 20 óbitos em 6 meses, gripe já matou três vezes mais que em 2017

Mais três mortes por gripe foram confirmadas em Mato Grosso do Sul nos últimos oito dias e o total de óbitos chega a 20, segundo o último boletim epidemiológico de Influenza da SES (Secretaria Estadual de Saúde), divulgado nesta quarta-feira (20). O número é três vezes maior que o registrado em 2017, quando seis morreram por causa dos vírus durante todo o ano.

As informações consideram os três tipos de vírus de maior circulação no Estado, a Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. Os dados da SES apontam que o Lacen (Laboratório Central de Mato Grosso do Sul) fez a triagem de 1216 amostras de influenza, até ontem, e 209 resultaram em positivo, sendo 61 casos para Influenza A H1N1, 28 para Influenza A não subtipado, 105 para Influenza A H3N2 e 15 para Influenza B.

 

O vírus da influenza A tipo H3N2 continua sendo o que mais contamina e mata. De janeiro até ontem, sete pessoas morreram por conta do vírus H1N1, oito pelo vírus Influenza A/H3, três pelo vírus Influenza A não subtipado, e duas por Influenza B. O boletim desta quarta, não divulgou a quantidade de mortes por cidades.

Neste ano, foram registradas mortes em Campo Grande – 11 óbitos –, Chapadão do Sul, Coxim, Nioaque, Aquidauana, Naviraí, Costa Rica e Três Lagoas (confira na tabela).

 
(Foto: Reprodução)(Foto: Reprodução)
 
(Foto: Reprodução)(Foto: Reprodução)
 

A doença - A SES esclarece que a gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza que provoca febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo e mal estar. A maior gravidade da infecção pelo vírus influenza são as complicações como pneumonias, dificuldades respiratórias que podem levar à internação e até mesmo ao óbito.

O antiviral Oseltamivir, de nome comercial Tamiflu, está disponível em todo o Estado gratuitamente, e o seu uso no início dos primeiros sintomas da gripe é fundamental para prevenir o agravamento dos casos. Porém, existem critérios pré-definidos pelo Protocolo de Tratamento de Influenza que devem ser seguidos.

Atenção aos sintomas: febre, tosse, dor de garganta e dores nas articulações, musculares ou de cabeça. É fundamental ao apresentar esses sinais, principalmente pacientes com comorbidades, procurar atendimento no início dos sintomas favorecendo o tratamento oportuno (em até 48 horas). O tratamento pode ser prescrito tanto por médicos do SUScomo particulares, com a dispensação, sem custos, garantida pela rede pública.

Uma ação fundamental para diminuir a circulação dos vírus da gripe é a adoção de hábitos simples:
- Higienizar as mãos com frequência;
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;
- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração;
- Evitar visitas a hospitais;
- Ventilar os ambientes.

CAMPO GRANDE NEWS

CRS Tiradentes foi um dos pontos de vacinação durante a campanha. (Foto: Saul Schramm)CRS Tiradentes foi um dos pontos de vacinação durante a campanha. (Foto: Saul Schramm)

Mais três mortes por gripe foram confirmadas em Mato Grosso do Sul nos últimos oito dias e o total de óbitos chega a 20, segundo o último boletim epidemiológico de Influenza da SES (Secretaria Estadual de Saúde), divulgado nesta quarta-feira (20). O número é três vezes maior que o registrado em 2017, quando seis morreram por causa dos vírus durante todo o ano.

As informações consideram os três tipos de vírus de maior circulação no Estado, a Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. Os dados da SES apontam que o Lacen (Laboratório Central de Mato Grosso do Sul) fez a triagem de 1216 amostras de influenza, até ontem, e 209 resultaram em positivo, sendo 61 casos para Influenza A H1N1, 28 para Influenza A não subtipado, 105 para Influenza A H3N2 e 15 para Influenza B.

 

O vírus da influenza A tipo H3N2 continua sendo o que mais contamina e mata. De janeiro até ontem, sete pessoas morreram por conta do vírus H1N1, oito pelo vírus Influenza A/H3, três pelo vírus Influenza A não subtipado, e duas por Influenza B. O boletim desta quarta, não divulgou a quantidade de mortes por cidades.

Neste ano, foram registradas mortes em Campo Grande – 11 óbitos –, Chapadão do Sul, Coxim, Nioaque, Aquidauana, Naviraí, Costa Rica e Três Lagoas (confira na tabela).

 
(Foto: Reprodução)(Foto: Reprodução)
 
(Foto: Reprodução)(Foto: Reprodução)
 

A doença - A SES esclarece que a gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza que provoca febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo e mal estar. A maior gravidade da infecção pelo vírus influenza são as complicações como pneumonias, dificuldades respiratórias que podem levar à internação e até mesmo ao óbito.

O antiviral Oseltamivir, de nome comercial Tamiflu, está disponível em todo o Estado gratuitamente, e o seu uso no início dos primeiros sintomas da gripe é fundamental para prevenir o agravamento dos casos. Porém, existem critérios pré-definidos pelo Protocolo de Tratamento de Influenza que devem ser seguidos.

Atenção aos sintomas: febre, tosse, dor de garganta e dores nas articulações, musculares ou de cabeça. É fundamental ao apresentar esses sinais, principalmente pacientes com comorbidades, procurar atendimento no início dos sintomas favorecendo o tratamento oportuno (em até 48 horas). O tratamento pode ser prescrito tanto por médicos do SUScomo particulares, com a dispensação, sem custos, garantida pela rede pública.

Uma ação fundamental para diminuir a circulação dos vírus da gripe é a adoção de hábitos simples:
- Higienizar as mãos com frequência;
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;
- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração;
- Evitar visitas a hospitais;
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